10 sítios imperdíveis em Alfama - Lisboa Secreta
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10 sítios imperdíveis em Alfama

Roteiro obrigatório pelo bairro mais castiço de Lisboa

By Nelson Rodrigues Maio 20, 2019

Entre becos e vielas, recantos fadistas e ruas floridas, há muito para (re)descobrir em Alfama, o bairro mais antigo e tradicional de Lisboa.

Apesar da invasão turística, ainda consegue manter a alma genuína, como se fosse uma autêntica aldeia no meio da agitação da capital. Entre tanto para ver e fazer, escolhemos 10 locais de visita obrigatória. Toma nota da nossa seleção e prepara já um passeio pela bela Alfama.

1 – Miradouro das Portas do Sol

É um dos miradouros mais procurados de Lisboa e facilmente se percebe porquê. Autêntica varanda de Alfama, oferece vistas incríveis para o casario do bairro, mas também para o Panteão Nacional, para o Tejo e para a margem Sul.

Foto: @dolcedoestravel

2 – Miradouro e Igreja de Santa Luzia

Mesmo sendo procurado todos os dias por milhares de turistas, este miradouro consegue ser um dos recantos mais românticos do bairro, não só pelas belas vistas, mas também pela sua pérgola florida.

Ali ao lado está a Igreja de Santa Luzia, construída no século XVIII, onde se destacam os painéis de azulejos (no exterior) que representam a conquista de Lisboa aos Mouros a Praça do Comércio antes do Terramoto de 1755.

Foto: @lisbon_me_please

3 – Igreja e Miradouro de Santo Estevão

Ao contrário dos dois miradouros anteriores, este ainda vai conseguindo escapar (na medida do possível) a invasão turística. É um recanto escondido e sossegado no meio do bairro, com vistas para os telhados vermelhos e para o Tejo, à sombra da Igreja de Santo Estevão. Esta foi construída em 1733 e é um belo exemplo do barroco português da época.

Foto: @millosfc16

4 – Igreja de São Miguel

Mesmo no coração do bairro, entre becos e vielas, existe esta igreja com origens no século XII, mas reconstruída em 1673. Em estilo maneirista e barroco, apresenta uma rica decoração em talha dourada.

Foto: @hughfox

5 – Museu do Fado

Às portas de Alfama, está aberto desde 1998 e exibe uma exposição dedicada à história do fado e da guitarra portuguesa, com especial destaque para os seus intérpretes. Integra um restaurante, uma loja temática e uma área para o ensino da guitarra.

Foto: @museu.do.fado

6 – Casa da Liberdade Mário Cesariny

Espaço dedicado à vida e obra do artista Mário de Cesariny, um dos mais importantes nomes do surrealismo português. Conta com vários núcleos temáticos, como o Surrealismo Nacional e Internacional, as Vanguardas e Neovanguardas portuguesas do século XX e A Arte Moderna e Contemporânea Africana.

Foto: @CasaDaLiberdadeMarioCesariny

7 – Baiuca

Entre as muitas casas de fado que Alfama acolhe, destacamos esta por estar ligada ao fado vadio tradicional e genuíno. Bem no coração do bairro, tem um ambiente e uma atmosfera inigualável, com guitarradas e fados à desgarrada, sempre com um copo de vinho em cima da mesa. A Tasca do Chico e a Mesa de Frades são outras casas no bairro que vivem e respiram o fado.

8 – Mural de Amália Rodrigues

A típica e castiça Alfama também dá a conhecer um dos trabalhos mais conhecidos do street artist VIHLS: o mural que representa a fadista Amália Rodrigues. A obra, situada na Rua de São Tomé e intitulada “Calçada”, é totalmente executada em calçada portuguesa.

Foto: @joao_ricardo_costa

9 – Igreja e Mosteiro de São Vicente de Fora

Entre Alfama e o Campo de Santa Clara, é um dos mais grandiosos e imponentes monumentos religiosos de Lisboa. Começou a ser construído em 1582 e ficou concluído em 1629, apresentando um estilo maneirista, com detalhes góticos e barrocos.

No interior, vale a pena admirar os azulejos que representam as Fábulas de La Fontaine e o altar-mor da igreja, enquanto no topo do edifício está um dos mais incríveis (e desconhecidos) miradouros da cidade.

10 – Jgreja de Santa Engrácia – Panteão Nacional

Não fica propriamente em Alfama, mas está tão próxima que faz parte obrigatória de qualquer roteiro pelo bairro. Fundada em 1568, só ficou concluída em meados do século XX, devido a várias razões (como a morte do arquiteto ou o terramoto de 1755) que deram origem à famosa expressão “obras de Santa Engrácia”.

Serve de morada final a alguns dos maiores vultos nacionais, como antigos Presidentes da República e escritores.

Foto: @panteaonacional

Foto de capa: @amar_lisboa