Segundo uma informação veiculada no site de Internet dos Transportes Metropolitanos de Lisboa, diz-se que esta entidade já definiu a atualização tarifária de transportes para 2026.
Com efeitos já a partir do dia 1 de janeiro de 2026, é indicado um aumento no valor dos transportes coletivos urbanos, que inclui metro, autocarros e comboios urbanos sob a gestão da AML – Área Metropolitana de Lisboa, num total de 2,28% no preço dos passes e bilhetes.
As razões para este aumento

Este ajuste, embora esteja em linha com as regras de atualização anual, marca mais uma vez um momento crucial para as famílias e trabalhadores da Grande Lisboa, forçando-os a mais uma reavaliação dos orçamentos mensais dedicados à sua mobilidade.
A Taxa de Atualização Tarifária de 2,28% é um mecanismo standard utilizado para ajustar os preços dos serviços públicos, nomeadamente nos transportes, tendo em conta fatores como a inflação e os custos operacionais, sempre com o objetivo de manter a sustentabilidade financeira do sistema de transportes da AML.
Isto também quer dizer que nem sempre o aumento dos preços pode ser considerado, como já aconteceu, por exemplo, na altura da pandemia por COVID-19.
Quando são conhecidos os novos preços?

Segundo as informações que recolhemos, o aumento poderá ser refletido no preço final de todos os títulos de transporte, incluindo o Passe Navegante Municipal e Metropolitano (cerca de 1€), assim como nos bilhetes únicos e títulos ocasionais.
Contudo, este aumento ainda carece de aplicação efetiva por parte das entidades gestoras destes transportes coletivos, informação que deverá começar a ser conhecida a partir da próxima semana (dia 15 de dezembro).
Numa notícia relacionada, a Câmara Municipal de Lisboa acaba de informar que os passes para maiores de 65 anos, o Navegante Urbano 3.ª Idade, vão manter-se gratuitos até 2029.
Para o presidente da Câmara Municipal de Lisboa, Carlos Moedas,
Lisboa é das poucas cidades na Europa que têm transportes públicos gratuitos. Com esta medida, na qual fomos pioneiros em 2022 e à qual estamos agora a dar continuidade, queremos dar um sinal muito claro da aposta que estamos a fazer na descarbonização da cidade, na transição climática, na qualidade do ar e na redução do tráfego automóvel.”
Será esta uma notícia boa antes da verdadeira “bomba” de aumento de preços nos transportes públicos na cidade de Lisboa?
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