Ponto assente é que a cabine n.º1 do Elevador da Glória já não voltará a circular por aqueles carris, que no passado dia 3 de setembro viram acontecer uma das maiores tragédias que já aconteceram em Lisboa, uma vez que ficou completamente inutilizada.
Contudo, a CARRIS garante que Lisboa não ficará sem o seu Elevador da Glória, sendo que a nova “versão” será mais moderna e com medidas de segurança muito mais apertadas e fiáveis.
Primeiro que tudo é preciso apurar as causas deste acidente, assim como os seus responsáveis (se os houver) e, sobretudo, garantir que sejam implementadas as mais eficazes medidas de segurança, devolvendo aos lisboetas e aos nossos visitantes toda a confiança neste tipo de equipamentos urbanos, que se tornaram muito mais do que meros meios de transporte citadinos.

O futuro do Elevador da Glória
Segundo o atual Presidentes da CARRIS, Pedro Bogas, a atual carruagem ficou totalmente destruída no descarrilamento no fatídico dia 3 de setembro, não sendo mesmo recuperável.
Nas mesmas declarações à imprensa, Pedro Bogas adiantou ainda que a empresa quer avançar, assim que todas as responsabilidades do acidente forem apuradas, com a instalação de um “novo” Elevador da Glória, desta vez mais seguro e moderno, adiantando ainda que esta medida poderá levar alguns anos até se concretizar.

Até que as investigações terminem, de forma a que todos conheçam as razões que levaram ao resultado de 16 vítimas mortais, nada será planeado, sendo que depois a ideia é começar a pensar num novo equipamento, e até numa estrutura mecânica que evite ao máximo este tipo de acidentes no futuro.
É também por isso, que os restantes elevadores e ascensores de Lisboa se encontram encerrados até novas ordens, para perceber se as medidas de segurança se encontram em conformidade com todos os protocolos.
Embora ainda não existam previsões para uma reabertura imediata, algo que seria impensável acontecer enquanto se realizam as investigações, a garantia da CARRIS é que a cidade voltará a ter o seu Elevador da Glória, e que o investimento num novo equipamento, mais seguro e moderno, será realizado, sendo que este processo poderá demorar alguns anos, depois de todas as condições técnicas e de segurança estarem garantidas.
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