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Natureza & Bem-estar Notícias

Há três novas crias de pinguim no Oceanário de Lisboa

Valter Leandro Valter Leandro - Editor

Há três novas crias de pinguim no Oceanário de Lisboa

O Oceanário de Lisboa viu nascer, no último mês de maio, três novas crias de pinguins-de-magalhães. 🐧🐧🐧

Chamam-se Kinder Whiplash e Juju os mais recentes habitantes do Oceanário de Lisboa. E não, não são irmãos, mas nasceram todos no último mês de maio, com poucos dias de diferença entre si.

Apesar de já terem nascido há algum tempo, só agora é que voltaram ao habitat do Antártico deste espaço em Lisboa, depois de terem estado oito semanas em observações e cuidados parentais.

@oceanariodelisboa

Esta espécie icónica, que foi avistada pela primeira vez pelo explorador português Fernão de Magalhães há precisamente 500 anos, tem uma esperança média de vida de 25 anos, atinge em média 70 centímetros de altura e o seu peso varia entre os 4 e os 6 quilos. Distingue-se das espécies semelhantes – Pinguim Africano e Humbolt – pelo “colar” negro que possuem no peito.

As três novas crias do oceanário nasceram com 90 gramas e ao fim de duas semanas já pesavam mais de 1 kg. Vão regressar ao seu habitat com cerca de 3 kg.

A escolha dos nomes

A equipa de biólogos atribuiu a um dos machos o nome de “Whiplash” e convidou os seguidores do Oceanário de Lisboa a participarem na escolha dos outros nomes através das redes sociais. Assim, por maioria de votos, o outro macho foi nomeado de “Kinder” e a fêmea de “Juju”.

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Segundo Hugo Batista, Assistente de Curador do Oceanário de Lisboa,

Poder acolher mais três crias na nossa colónia de pinguins é muito gratificante e este sucesso na reprodução e integração é um bom indicador da dedicação, conhecimento e rigor das equipas, bem como das excelentes condições que o habitat do Antártico proporciona a esta espécie.”

O pinguim-de-Magalhães tem estatuto de conservação “Quase ameaçado” de acordo com a União Internacional para a Conservação da Natureza (IUCN) e, também por isso, o papel dos aquários é muito relevante porque,

Estes animais são embaixadores da sua espécie perante os visitantes e simultaneamente permitem partilhar aprendizagens científicas entre instituições que todos os dias trabalham pela conservação das espécies e dos habitats”.