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Lisboa e Porto vão testar novos modelos para os festivais de verão

Valter Leandro Valter Leandro - Editor

Lisboa e Porto vão testar novos modelos para os festivais de verão

Começam em abril os testes nas cidades de Lisboa e Porto, para perceber em que condições se podem realizar os próximos festivais de verão. ☀️🤘🎸

A notícia saiu no site Observador, que avançou que ao longo das últimas semanas têm acontecido reuniões entre os principais promotores de festivais e concertos de música ao vivo e o Ministério da Cultura, para se decidir em que condições podem ou não realizar os tradicionais festivais de verão em Portugal.

O próximo encontro é já no dia 4 de março, ao qual também se juntará a Direção-Geral da Saúde, e terá como ponto de partida a concretização de concertos mais pequenos de forma a perceber como se poderão realizar os festivais de verão, como o NOS Alive ou o Rock in Rio, que o ano passado viram os seus espetáculos serem adiados em virtude da pandemia por coronavírus.

público no Rock in Rio Lisboa
@Rock in Rio Lisboa

O Observador avança que a ideia em cima da mesa são os chamados “festivais-bolha” livres de covid-19, que serão ensaiados em abril, através de vários “eventos-piloto”, nas cidades de Lisboa e do Porto.

Este modelo de eventos vai servir para aferir, principalmente, os comportamentos dos espectadores, assim como também “treinar” novos procedimentos nas entradas para os concertos, nomeadamente os testes à porta de cada um destes eventos.

Este é um procedimento já testado em Londres e Barcelona, em concertos com ambientes controlados, e servirá ainda para perceber se os recintos são seguros e, se no interior destes, podem ser levantadas as regras de distanciamento físico.

grupo de pessoas no recinto do festival nos alive
@Nuno Conceição

O que ainda não se sabe

Para já ainda pouco se sabe em que data serão realizados estes “eventos-piloto”, uma vez que o Governo ainda não estabeleceu nenhum para o desconfinamento.

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Também ainda está por decidir que salas de espetáculo vão receber estes eventos, sendo que espaços como o Coliseu do Recreios estará mais habilitado, por exemplo, que o Altice Arena.

Quanto aos testes para efeitos de entrada nos recintos escolhidos, também pouco se sabe, se serão realizados no local, através de testes rápidos, ou se a opção será como nas viagens de avião, onde apenas pode viajar quem possuir um teste PCR feito até 72 horas.

O uso de máscaras de proteção, ou se haverá lugares sentados ou em pé, são outras das incógnitas.

Foto de capa: @hitesh-dewasi