Afinal, já não vai haver passadeiras arco-íris em Lisboa

Lei só permite passadeiras brancas

Dois dias depois da Assembleia Municipal de Arroios ter aprovado a criação de passadeiras com a cor do arco-íris na Avenida Almirante Reis, a Junta de Freguesia foi obrigada a recuar.

A ideia tinha sido proposta pelo CDS-PP, como forma de assinalar o Dia Internacional de Luta contra a Homofobia, Transfobia e Bifobia, mas acabou por gerar controvérsia, a começar pelo próprio partido que a lançou.

Mas não foi por isso que acabou por ficar na gaveta. É que, afinal, as passadeiras têm obrigatoriamente de ser brancas e pintá-las de outra cor é ilegal.

Em declarações ao Observador, a presidente da Junta de Freguesia, Margarida Martins, admitiu que “não se pensou no assunto”, acrescentando que “é uma polémica fora do seu tempo”: “Há polémica por uma passadeira quando nós vamos ter um centro LGBT e um centro da diversidade? Quando o próprio CDS aprovou o centro LGBT?”.

Assim, em vez de passadeiras com a cor do arco-íris, o símbolo da comunidade LGBTI, no dia 17 de maio haverá outra iniciativa de sensibilização. A decisão ainda não está confirmada, mas poderá passar pela colocação de bandeiras com as mesmas cores, também junto aos números 1 e 13 da Avenida Almirante Reis.

Foto: @sharonmccutcheon

Foto de capa: @maxtempleton/unsplash

Tags:

';return t.replace("ID",e)+a}function lazyLoadYoutubeIframe(){var e=document.createElement("iframe"),t="https://www.youtube.com/embed/ID?autoplay=1";t+=0===this.dataset.query.length?'':'&'+this.dataset.query;e.setAttribute("src",t.replace("ID",this.dataset.id)),e.setAttribute("frameborder","0"),e.setAttribute("allowfullscreen","1"),this.parentNode.replaceChild(e,this)}document.addEventListener("DOMContentLoaded",function(){var e,t,a=document.getElementsByClassName("rll-youtube-player");for(t=0;t