É oficial! Com a chegada da época natalícia, aproxima-nos também do final de mais um ciclo e, consequentemente, do regresso da estação fria. Contudo, antes de dizeres ‘adeus’ a 2025, aproveita para contemplar a última Superlua do ano, também conhecida como “Lua Fria”.
Com data marcada para o dia 4 de dezembro, a próxima Lua Cheia é muito especial, não só por coincidir com uma Superlua, mas também porque será a mais alta no Hemisfério Norte e a mais baixa no Hemisfério Sul até 2042. Ou seja, este fenómeno só se repetirá daqui a 18 anos.
Segundo o site especializado Star Walk, no Hemisfério Norte a Lua Cheia permanecerá alta durante mais tempo, cenário que facilitará a sua observação mesmo em meios urbanos, entre prédios e outros edifícios. Porém, é preciso ter em conta que as condições meteorológicas podem interferir na visualização, no caso de se não se verificarem as mais favoráveis.

O que é uma Superlua?
De acordo com a mesma fonte acima mencionada, a última Superlua de 2025 aparecerá 7,9% maior e 15% mais brilhante do que uma Lua Cheia média. Mas, há uma questão que se levanta. Afinal, o que é uma Superlua?
Uma Superlua acontece quando uma Lua Cheia coincide com o perigeu, o ponto mais próximo da Lua à Terra na sua órbita”, lê-se no Star Walk.

A origem do nome “Lua Fria”
À semelhança de outras Luas, para falar da origem do nome da “Lua Fria” é preciso ‘viajar’ até ao outro lado do Atlântico, onde as tribos indígenas americanas atribuíam diferentes denominações mediante a altura do ano.
Neste caso, a Lua Cheia de dezembro chama-se “Lua Fria” devido às temperaturas baixas que se fazem sentir nesta época; uma nomenclatura da responsabilidade dos Mohawk (povo indígena da América do Norte).
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