Boteco da Dri: Olha que coisa mais linda…

O novo restaurante do Cais do Sodré é uma homenagem aos sabores e às mulheres do Brasil
Da entrada do Boteco da Dri avista-se o rio e o Rio. O Tejo, ali mesmo ao lado, mas também a cidade maravilhosa, que está a mais de 7.700 quilómetros, e fica muito mais perto assim que passamos aquela porta.

A ideia deste restaurante é levar-nos até aos botecos típicos do Rio de Janeiro, numa viagem sem clichés pelos sabores e pelo jeito carioca de ser, como se estivéssemos mesmo do outro lado do Atlântico. Quem sabe, à conversa com a Dri, uma mulher real, mas que neste caso personifica a beleza e a sensualidade das brasileiras.

Foto: Boteco da Dri

Embora situada numa zona mais desconhecida do Cais do Sodré (do lado da estação fluvial), a casa chama, desde logo, a atenção por causa do enorme mural que ocupa todo o edifício. Um trabalho da artista Jacqueline de Montagne que simboliza a imagem feminina e o ambiente tropical.

Só para veres este graffiti já vale a pena passares por lá, mas o melhor mesmo é entrares e descobrires o que há para provar.

Foto: Boteco da Dri

O espaço é simples e a decoração minimalista, mas a carta tem muito que se lhe diga. Isto porque o chef Pedro Hazar (ex Rio Maravilha e Grupo José Avillez) quer levar à mesa os verdadeiros sabores brasileiros, sem os clichés dos rodízios e dos churrascos.

Entre os pitéus da carta estão, por exemplo, os pastéis de vento de carne, a mandioca frita, o caldinho carioca (uma espécie de sopa com feijão) e a sandes de pernil com queijo e bacon, inspirada na do Cervantes, uma casa histórica do Rio de Janeiro.

Como não podia deixar de ser, também há pão de queijo, feijoada brasileira e picanha acompanhada por arroz e farofa.

Foto: Boteco da Dri

Para o fim, deixámos os dois pratos mais surpreendentes: o stroganoff (levado para o Brasil pelos polacos), sugerido pelo gerente Renato Santos, e o falafel da Dri, uma espécie de homenagem às origens do dono do restaurante, o libanês Daniel Baz.

Tudo isto para partilhar (uma dose dá para duas pessoas), num ambiente descontraído, ao som de boa música e sem pressas. Afinal, este boteco só fecha às 4 da manhã. A essa hora, já foste ao Brasil e voltaste, sem saíres de Lisboa.

Morada: Cais Gás, 19

Horário: 19h00 – 04h00

Foto de capa: Nelson Rodrigues

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