Cerca de um ano depois, os pinguins-de-magalhães, uns dos mais populares habitantes do Oceanário de Lisboa, já contam com uma nova casa. ‘Oceano do Sul’ foi o nome dado ao mais recente habitat, que acolhe 29 pinguins-de-magalhães e 12 andorinhas-do-mar-inca.
Em comunicado enviado à redação da Lisboa Secreta, o Oceanário de Lisboa descreve o novo espaço como sendo “mais amplo, natural e cheio de surpresas para quem vier visitar”.
Entre outras novidades, destacam-se, por exemplo: os mergulhos mais próximos do público, as cascatas que recriam cenários da costa subantártica, simulação de ondas e ninhos preparados para cada casal de pinguins.

“Um banho de imersão”
Tal como mencionamos acima, a partir do piso inferior, os visitantes podem acompanhar os mergulhos dos pinguins, lado a lado com tubarões e outras espécies.
Queremos que cada visitante viva um encontro inesquecível com os pinguins e se sinta transportado para o Oceano do Sul. Este é o primeiro passo para educar e conservar – criar ligações, porque ninguém protege o que não conhece”, declara Roque Cunha Ferreira, CEO do Oceanário de Lisboa, citado em nota de imprensa.

A origem do nome ‘Oceano do Sul’
Esta nova ‘casa’ dos pinguins-de-magalhães marca a primeira grande reconstrução de um dos habitats originais do Oceanário de Lisboa, inaugurado em 1998.
Já o nome ‘Oceano do Sul’ deve-se ao facto de, desde 2000, a Organização Hidrográfica Internacional (IHO) reconhecer oficialmente o Oceano do Sul como a quinta bacia oceânica, ao lado do Atlântico, Pacífico, Índico e Ártico.
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